A forma de água filme cheio 2018

Apesar de não ser usuário da Apple estou torcendo para que os rumores acerca de um iPhone 12 mini sejam reais e, mais ainda, pra que esse aparelho faça um tremendo sucesso

2020.10.11 02:09 bobmonofree Apesar de não ser usuário da Apple estou torcendo para que os rumores acerca de um iPhone 12 mini sejam reais e, mais ainda, pra que esse aparelho faça um tremendo sucesso

Como disse, não sou usuário da Apple e, apesar de de certa forma admirar seus produtos (mas de outra forma também ter um certo ódio), eu não tenho qualquer intenção de migrar para a marca da maçã (em partes por acreditar que seus produtos são superfaturados, mas principalmente pelo sistema fechado). Entretanto estou bastante ansioso com os rumores de que a próxima geração de iPhones, a de número 12, terá uma versão mini - torcendo pra que seja verdade e que, principalmente, seja um sucesso de vendas. Esses rumores falam em uma tela em torno de 5,4" e um corpo um pouco maior que o do iPhone SE de primeira geração.
E por que, apesar de não ter qualquer intenção de comprá-lo, eu quero que esse aparelho seja real e faça sucesso? Porque o mercado de (bons) smartphones pequenos é praticamente inexistente, pra não dizer inexistente de fato, bem como porque querendo ou não a Apple inicia tendências (mesmo que muitas vezes não tenha sido ela a inovar com aquilo). E se esse aparelho fizer sucesso, mostrar que há um mercado que não vinha sendo explorado cheio de gente sedenta por um smartphone compacto, certamente as rivais voltarão a investir nesse mercado.
Hoje, se fosse pegar um bom smartphone "pequeno", eu provavelmente poderia escolher entre iPhone SE, Sony Xperia XZ2 Compact (que é de 2018 e até onde eu sei não teve um sucessor), Samsung Galaxy S10e, Google Pixel 4a e alguns outros poucos (mas acho que esses quatro são os menores) - e pra falar a verdade nenhum desses é pequeno de fato, na melhor das hipóteses são médios. É realmente difícil encontrar um bom celular que fique não ultrapasse as 5 polegadas de tela (apesar de que tamanho de tela não é exatamente a melhor métrica - de que adianta um smartphone com tela de 5" se as bordas enormes o tornam tão grande quanto um de 6" de bordas finas?).
E acho importante ressaltar o "bom" em "bom smartphone pequeno" porque até dá pra achar uns menores por aí, mas normalmente são linhas básicas, com memória bastante limitada e câmera de batata. Aliás, hoje pra mim a única coisa que justifica pegar um top de linha ao invés de um intermediário é a câmera - em todos os outros pontos eu realmente não sinto falta, um intermediário me atenderia plenamente, mas a câmera ainda me parece um divisor de águas.
Eu gosto de definir um smartphone como pequeno quando você consegue, com apenas uma mão, usá-lo de forma plena - alcançar a tela toda com o polegar enquanto mantém uma pegada firme. Hoje eu tenho que escolher - se quiser alcançar a tela toda tenho que simplesmente apoiar o smartphone sobre meus dedos, se quiser manter uma pegada firme consigo alcançar apenas uns 60% da tela de forma a manter ainda um mínimo de destreza, e se quiser manter uma pegada firme e usar a tela toda tenho que usar as duas mãos.
Deem uma olhada na evolução dos celulares - a cada nova geração eles crescem um pouquinho. Parece até carro (um exemplo que gosto de dar é da BMW - o X3 é um SUV médio, o X5 é um SUV grande; o X3 nasceu com 4,57 m e hoje, 15 anos e 2 gerações depois, está com 4,65 m. Beleza, nem é tanto assim, mas com isso já é praticamente o mesmo do X5 quando do seu nascimento, que tinha 4,66 m e hoje, 20 anos e 3 gerações depois, está com 4,92 m. Vejam bem, a classificação desses carros não mudou, mas o que antes era o tamanha de um SUV grande hoje é o tamanho de um SUV médio. É legal fazer essa comparação com o Golf, também, que nasceu em 1974 com 3,7 m e em 2019, já na sua oitava geração, atingiu os 4,28 m - isso dá mais de 1 centímetro por ano). Sério, eu não entendo essa tara por celulares maiores, carros maiores... Será que a gente é realmente tão burro (ou seria "facilmente manipulável"?) a ponto de acreditar cegamente naquela máxima do "quanto maior, melhor"?
Eu entendo que a gente tem consumido cada vez mais conteúdo no celular, com jogos que se beneficiam de uma tela grande e vídeos que tornam verdadeira a máxima do "quanto maior, melhor", mas poxa, esse não é o único público - todo mundo que você conhece usa o celular pra essas coisas? Não é possível que eu seja o único que gostaria de um celular menor a ponto de as fabricantes simplesmente não investirem nesse mercado (e sei que não sou).
Eu sei que não é todo mundo que tem condições e de certa forma é até chato de ficar gerenciando, mas por que a gente não pode ter um smartphone pequeno pro uso geral e um tablet pra quando quer jogar na sala de espera, assistir um filme no ônibus ou ler um livro no horário de almoço?
E vejam, eu não estou advogando aqui pela extinção dos smartphones médios e grandes, dos phablets; eu acho sim que eles têm um baita mercado (aliás às vezes eu até queria ter umas mãos gigantes pra ficar confortável com um Samsung Galaxy Note, acho demais aquela canetinha e obviamente reconheço as vantagens de uma tela grande e de mais espaço para uma bateria maior, mais câmeras, etc.) e devem continuar existindo, mas poxa, cria também uma variante pra quem não quer ou simplesmente não precisa de uma barra de chocolate no bolso (apesar de que com a redução das barras de chocolate daqui uns anos alguém pode ler isso e pensar "caramba, ele acha que um negócio de 8 cm x 3 cm é grande?!?!").
Ainda, cria uma gama de smartphones que realmente preenche os diversos nichos - a gente vê lá a versão normal e a versão plus, a plus sendo poucos milímetros maior que a normal. Pô, se é pra ter essa diferenciação faz um médio de verdade e um grande de verdade, não um grande e um um pouquinho maior.
Eu, hoje, se pudesse escolher, teria um smartphone com uma tela na casa das 5", talvez até um pouquinho mais se conseguissem gerenciar bem a espessura e o tamanho das bordas, e um tablet talvez de umas 9" ou 10", sem contar é claro com o laptop, que acho que umas 15" são bacanas. Sei lá, eu acho que mesmo os smartphones grandes acabam não sendo grandes o suficiente pra muitas das coisas a que propõem, acabando por ser desnecessariamente grande e, ao mesmo tempo, insuficientemente grande. Aliás, às vezes eu penso que seria legal se o smartphone, o tablet, o laptop, o smartwatch, o smartglass e afins fossem meros "pontos de acesso", "centrais de interação", com o processamento, armazenamento, conectividade e tudo o mais sendo realizados por um dispositivo único no nosso bolso; isso seria bacana até por oferecer uma experiência extremamente fluida, sem fragmentações, bem como bem mais fácil por exigir a configuração de um único dispositivo (apesar de obviamente permitir um ajuste fino pra cada dispositivo).
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2020.10.11 02:09 bobmonofree Apesar de não ser usuário da Apple estou torcendo para que os rumores acerca de um iPhone 12 mini sejam reais e, mais ainda, pra que esse aparelho faça um tremendo sucesso

Como disse, não sou usuário da Apple e, apesar de de certa forma admirar seus produtos (mas de outra forma também ter um certo ódio), eu não tenho qualquer intenção de migrar para a marca da maçã (em partes por acreditar que seus produtos são superfaturados, mas principalmente pelo sistema fechado). Entretanto estou bastante ansioso com os rumores de que a próxima geração de iPhones, a de número 12, terá uma versão mini - torcendo pra que seja verdade e que, principalmente, seja um sucesso de vendas. Esses rumores falam em uma tela em torno de 5,4" e um corpo um pouco maior que o do iPhone SE de primeira geração.
E por que, apesar de não ter qualquer intenção de comprá-lo, eu quero que esse aparelho seja real e faça sucesso? Porque o mercado de (bons) smartphones pequenos é praticamente inexistente, pra não dizer inexistente de fato, bem como porque querendo ou não a Apple inicia tendências (mesmo que muitas vezes não tenha sido ela a inovar com aquilo). E se esse aparelho fizer sucesso, mostrar que há um mercado que não vinha sendo explorado cheio de gente sedenta por um smartphone compacto, certamente as rivais voltarão a investir nesse mercado.
Hoje, se fosse pegar um bom smartphone "pequeno", eu provavelmente poderia escolher entre iPhone SE, Sony Xperia XZ2 Compact (que é de 2018 e até onde eu sei não teve um sucessor), Samsung Galaxy S10e, Google Pixel 4a e alguns outros poucos (mas acho que esses quatro são os menores) - e pra falar a verdade nenhum desses é pequeno de fato, na melhor das hipóteses são médios. É realmente difícil encontrar um bom celular que fique não ultrapasse as 5 polegadas de tela (apesar de que tamanho de tela não é exatamente a melhor métrica - de que adianta um smartphone com tela de 5" se as bordas enormes o tornam tão grande quanto um de 6" de bordas finas?).
E acho importante ressaltar o "bom" em "bom smartphone pequeno" porque até dá pra achar uns menores por aí, mas normalmente são linhas básicas, com memória bastante limitada e câmera de batata. Aliás, hoje pra mim a única coisa que justifica pegar um top de linha ao invés de um intermediário é a câmera - em todos os outros pontos eu realmente não sinto falta, um intermediário me atenderia plenamente, mas a câmera ainda me parece um divisor de águas.
Eu gosto de definir um smartphone como pequeno quando você consegue, com apenas uma mão, usá-lo de forma plena - alcançar a tela toda com o polegar enquanto mantém uma pegada firme. Hoje eu tenho que escolher - se quiser alcançar a tela toda tenho que simplesmente apoiar o smartphone sobre meus dedos, se quiser manter uma pegada firme consigo alcançar apenas uns 60% da tela de forma a manter ainda um mínimo de destreza, e se quiser manter uma pegada firme e usar a tela toda tenho que usar as duas mãos.
Deem uma olhada na evolução dos celulares - a cada nova geração eles crescem um pouquinho. Parece até carro (um exemplo que gosto de dar é da BMW - o X3 é um SUV médio, o X5 é um SUV grande; o X3 nasceu com 4,57 m e hoje, 15 anos e 2 gerações depois, está com 4,65 m. Beleza, nem é tanto assim, mas com isso já é praticamente o mesmo do X5 quando do seu nascimento, que tinha 4,66 m e hoje, 20 anos e 3 gerações depois, está com 4,92 m. Vejam bem, a classificação desses carros não mudou, mas o que antes era o tamanha de um SUV grande hoje é o tamanho de um SUV médio. É legal fazer essa comparação com o Golf, também, que nasceu em 1974 com 3,7 m e em 2019, já na sua oitava geração, atingiu os 4,28 m - isso dá mais de 1 centímetro por ano). Sério, eu não entendo essa tara por celulares maiores, carros maiores... Será que a gente é realmente tão burro (ou seria "facilmente manipulável"?) a ponto de acreditar cegamente naquela máxima do "quanto maior, melhor"?
Eu entendo que a gente tem consumido cada vez mais conteúdo no celular, com jogos que se beneficiam de uma tela grande e vídeos que tornam verdadeira a máxima do "quanto maior, melhor", mas poxa, esse não é o único público - todo mundo que você conhece usa o celular pra essas coisas? Não é possível que eu seja o único que gostaria de um celular menor a ponto de as fabricantes simplesmente não investirem nesse mercado (e sei que não sou).
Eu sei que não é todo mundo que tem condições e de certa forma é até chato de ficar gerenciando, mas por que a gente não pode ter um smartphone pequeno pro uso geral e um tablet pra quando quer jogar na sala de espera, assistir um filme no ônibus ou ler um livro no horário de almoço?
E vejam, eu não estou advogando aqui pela extinção dos smartphones médios e grandes, dos phablets; eu acho sim que eles têm um baita mercado (aliás às vezes eu até queria ter umas mãos gigantes pra ficar confortável com um Samsung Galaxy Note, acho demais aquela canetinha e obviamente reconheço as vantagens de uma tela grande e de mais espaço para uma bateria maior, mais câmeras, etc.) e devem continuar existindo, mas poxa, cria também uma variante pra quem não quer ou simplesmente não precisa de uma barra de chocolate no bolso (apesar de que com a redução das barras de chocolate daqui uns anos alguém pode ler isso e pensar "caramba, ele acha que um negócio de 8 cm x 3 cm é grande?!?!").
Ainda, cria uma gama de smartphones que realmente preenche os diversos nichos - a gente vê lá a versão normal e a versão plus, a plus sendo poucos milímetros maior que a normal. Pô, se é pra ter essa diferenciação faz um médio de verdade e um grande de verdade, não um grande e um um pouquinho maior.
Eu, hoje, se pudesse escolher, teria um smartphone com uma tela na casa das 5", talvez até um pouquinho mais se conseguissem gerenciar bem a espessura e o tamanho das bordas, e um tablet talvez de umas 9" ou 10", sem contar é claro com o laptop, que acho que umas 15" são bacanas. Sei lá, eu acho que mesmo os smartphones grandes acabam não sendo grandes o suficiente pra muitas das coisas a que propõem, acabando por ser desnecessariamente grande e, ao mesmo tempo, insuficientemente grande. Aliás, às vezes eu penso que seria legal se o smartphone, o tablet, o laptop, o smartwatch, o smartglass e afins fossem meros "pontos de acesso", "centrais de interação", com o processamento, armazenamento, conectividade e tudo o mais sendo realizados por um dispositivo único no nosso bolso; isso seria bacana até por oferecer uma experiência extremamente fluida, sem fragmentações, bem como bem mais fácil por exigir a configuração de um único dispositivo (apesar de obviamente permitir um ajuste fino pra cada dispositivo).
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